Vamos falar das instantâneas lomográficas e suas infinitas versões?

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Sempre achamos que tinha lá seu lado importante a Sociedade Lomográfica e suas invencionices para a manutenção e longevidade do filme na vida das pessoas, seja relançando coisas câmeras antigas com nova roupagem ou criando coisas novas.

Mas as vezes ela exagera e surta com as diferentes versões de seus modelos de câmera, beirando a maluquice: é tanta câmera do mesmo modelo trocando apenas uma cor, um teminha de texturas, que abafa o que realmente faz de importante para a fotografia analógica.

Vejamos essa linha Lomo’Instant: é uma câmera compatível com intax, constroles manuais (limitados, não é uma SX70 pela-mor-de-deus né), troca lentes, enfim, é uma boa camera apesar do preço. Mas suas infinitas versões que praticamente mudam só de estética são um exagero, como essa nova “Mumbai”:

Uma homenagem para a vida irreprimível e o esplendor da metrópole Indiana, a Lomo’Instant Mumbai está cheia de potencial criativo. Experimente com três modos de fotografia diferentes e encaixes de lentes, adicione um pouco de cor à sua foto com filtros de Géis Coloridos para o flash, e encaixe o portão inteiro da Índia na sua foto com a lente grande-angular embutida. Com o seu design elegante que brilha como o sol Indiano, esta pequena câmera instantânea é uma adição chique a qualquer aventura fotográfica.

Mas é culpa da Sociedade Lomográfica ou do público dela que temos esse monte de versão?

Isso ajuda ou atrapalha? Será que estamos ficando velhos? Se quiser contribuir com sua opinião, comenta aí!

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